14 de jan. de 2026

NOVENA EM PREPARAÇÃO PARA A FESTA DO ESPOSALÍCIO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA



Esta Festa, promovida pelo grande zelador da glória de São José, João Gerson, em 1414, só se tornou universal por volta de 1540, sob o Papa Paulo III. O mesmo Papa que convocou o Concílio de Trento. Nada é acidental: enquanto o mundo protestante atacava o matrimônio, a virgindade e São José, a Igreja respondia liturgicamente, como sempre fez.

Sentido teológico e espiritual
Esta festa ensina verdades que hoje são deliberadamente esquecidas:
1. Maria não foi uma adolescente “independente”, mas uma Virgem consagrada que obedeceu — a Deus, à Lei e aos seus superiores.
2. José não foi figurante, mas verdadeiro esposo, com autoridade real e missão providencial.
3. O matrimônio de Maria e José mostra que:  a virgindade consagrada não despreza o matrimônio; o matrimônio santo não se reduz ao prazer carnal;
a obediência vale mais que qualquer sentimentalismo.

O Esponsalício é, portanto, um golpe frontal contra o romantismo moderno, contra o feminismo mariano (“Maria forte e autônoma”) e contra a dissolução da autoridade paterna. Maria é grande porque obedece; José é grande porque governa servindo.

Tradição litúrgica
A festa entrou em calendários locais e ordens religiosas (especialmente carmelitas, franciscanos e josefinos), com ofícios próprios, hinos e leituras que exaltam:

a pureza perfeita,
a concórdia conjugal,
a submissão à vontade divina.

Embora nunca tenha sido elevada a festa universal obrigatória no calendário romano geral, sempre foi aprovada e indulgenciada, o que já basta para distinguir tradição de invenção.

Em resumo
Celebrar o Esponsal de Nossa Senhora é professar, sem ambiguidades: que Deus ama a ordem, que a santidade floresce na obediência, que a família cristã nasce do sacrifício, não do desejo.
Não é uma festa “romântica”.
É uma festa romana, viril e sobrenatural.


BREVE NOVENA PARA FESTA LITURGICA EM 23 DE JANEIRO

℣. Deus ✠ in adjutórium meum inténde.
℞. Dómine, ad adjuvándum me festína.
Gloria Patri.

℣. Deus ✠ vinde em meu auxílio.
℞. Senhor, apressai-vos em me socorrer.
Glória ao Pai.


Latim

I. Virgo fidelissima, quæ a teneris annis Domino consecrata, castissimo Sponso Josepho in matrimonium iuncta es, non nisi ut maiorum consilia et cælestes inspirationes sequereris, atque in eo virginitatis tuæ custodem haberes: impetra nobis omnibus gratiam nihil umquam aliud desiderandi, nec alium finem proponendi, nisi animæ nostræ sanctificationem et perfectam divinæ voluntatis adimpletionem. 
Ave Maria et Gloria Patri.

Português

I. Virgem fidelíssima, que, consagrada ao Senhor desde os mais tenros anos, vos unistes em matrimônio ao castíssimo esposo José apenas para seguir os conselhos de vossos superiores e as inspirações do Céu, e para terdes nele um guardião da vossa virgindade, alcançai-nos a graça de jamais desejar outra coisa, nem ter outro fim senão a santificação da nossa alma e o perfeito cumprimento da vontade divina. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.

II

Latim

II. Vera Confessorum forma, quæ constantissime in admirabili concordia cum Sponso tuo Josepho vivens, ei semper præclararum virtutum exemplum fuisti, atque omni studio animam eius meritis augere studuisti: concede nobis gratiam ita cum proximo nostro conversandi, ut ipsius saluti consulamus, dum simul nostram operamur. 
Ave Maria et Gloria Patri.

Português

II. Verdadeiro modelo dos Confessores, que vivendo constantemente na mais admirável concórdia com vosso esposo José, lhe fostes sempre exemplo das mais belas virtudes e vos aplicastes com todo zelo a enriquecer sua alma de méritos, alcançai-nos a graça de manter com o próximo uma conduta tão edificante que assegure sua salvação, ao mesmo tempo em que trabalhamos pela nossa.  Ave-Maria e Glória ao Pai.

III

Latim

III. Speculum iustitiæ verissimum, quæ per incarnationem Verbi in tuo virginali sinu supra omnes creaturas exaltata es, ac tamen omnibus Sponsi tui Josephi voluntatibus humiliter subiecta mansisti: impetra nobis gratiam ne umquam de singularibus donis extollamur, sed gloriam nostram in fidelissima officiorum nostri status observatione collocemus. 
Ave Maria et Gloria Patri.

Português

III. Verdadeiro espelho de Justiça, que elevada acima de todas as criaturas pela encarnação do Verbo em vosso seio, permanecestes sempre humildemente submissa a todas as vontades de vosso esposo José, alcançai-nos a graça de jamais nos ensoberbecermos por qualquer dom singular, mas de colocarmos nossa glória no fiel cumprimento dos deveres do nosso estado.  Ave-Maria e Glória ao Pai.

IV

Latim

IV. Regina Martyrum verissima, quæ una cum castissimo Sponso tuo Josepho incommoda paupertatis, humilitates contemptuum, labores fugæ atque exsilii, ceterosque dolores, quibus ut Redemptoris Mater exposita eras, fortissima patientia sustinuisti: concede nobis gratiam omnes vitæ adversitates patienter ferendi, ut promissum præmium consequamur iis, qui propter iustitiam lugent et patiuntur. 
Ave Maria et Gloria Patri.

Português

IV. Verdadeira Rainha dos Mártires, que juntamente com vosso castíssimo esposo José suportastes com heroica resignação os incômodos da pobreza, as humilhações do desprezo, os sofrimentos da fuga e do exílio, e todos os demais padecimentos aos quais fostes exposta como Mãe do Redentor, alcançai-nos a graça de sofrer com paciência todas as adversidades da vida, para alcançar o prêmio prometido aos que choram e sofrem pela justiça. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.

V

Latim

V. Turris Davidica fortissima, quæ divino Filio assistens agonibus et morti sanctissimi Sponsi tui Josephi, eum ab omnibus infernalis hostis insidiis defendisti, ac prælibationem ipsarum Paradisi gaudiorum ei contulisti, securitatem æternæ beatitudinis per perfectum amorem infundens: impetra nobis gratiam ita in divino servitio perseverandi, ut in morte nostra dulcissimam Filii tui visitationem et tuam amorosam assistentiam, una cum Sponsi tui patrocinio, mereamur. Ave Maria et Gloria Patri.

Português

V. Verdadeira Torre de Davi, que assistindo com vosso Filho divino às agonias e à morte de vosso santíssimo esposo José, o defendestes de todos os assaltos do inimigo infernal e lhe fizestes provar antecipadamente as alegrias do Paraíso, infundindo-lhe pela perfeição do santo amor a certeza da eterna bem-aventurança, alcançai-nos a graça de perseverar fielmente no serviço divino, para merecermos na morte a consoladora visita de vosso Filho e vossa amorosa assistência, juntamente com a de São José. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.

VI

Latim

VI. Arca Foederis sanctissima, quæ thesaurum divinitatis in tuo sinu castissimo custodisti, summa vigilantia et humilitate: impetra nobis gratiam gratiam sanctificantem puris cordibus servandi, et omne peccatum fugere, quo divina præsentia profanetur. 
Ave Maria et Gloria Patri.

Português

VI. Santíssima Arca da Aliança, que guardastes em vosso seio castíssimo o tesouro da divindade com suma vigilância e humildade, alcançai-nos a graça de conservar com pureza a graça santificante em nossas almas e de fugir de todo pecado que profane a presença divina. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.

VII

Latim

VII. Mater pulchri amoris, quæ in abscondita Nazarethana vita Filium tuum divinum verbo et exemplo nutrivisti, ac Sponsum tuum Josephum in virtutibus domesticis assidue confirmasti: concede nobis gratiam familias nostras fide, obedientia et quotidiano sacrificio sanctificandi.  Ave Maria et Gloria Patri.

Português

VII. Mãe do belo amor, que na vida escondida de Nazaré instruístes com palavras e exemplos vosso Filho divino e fortalecestes vosso esposo José na prática constante das virtudes domésticas, alcançai-nos a graça de santificar nossas famílias pela fé, pela obediência e pelo sacrifício cotidiano. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.

VIII

Latim

VIII. Sedes Sapientiæ, quæ omnia in corde tuo meditans, numquam a lumine veritatis divinæ recessisti, etiam inter obscuritates et dolores extremos: impetra nobis gratiam veritatem revelatam diligendi, errores sæculi respuendi, et in fide catholica firmiter perseverandi. Ave Maria et Gloria Patri.

Português

VIII. Sede da Sabedoria, que meditando tudo em vosso coração jamais vos afastastes da luz da verdade divina, mesmo nas maiores obscuridades e dores, alcançai-nos a graça de amar a verdade revelada, rejeitar os erros do mundo e perseverar firmemente na fé católica. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.

IX

Latim

IX. Porta Cæli gloriosa, quæ per perfectissimam voluntati divinæ conformitatem et fidelitatem vocationi tuæ, Sponsæ Josephi et Matris Salvatoris, universi generis humani mediatrix gratiarum effecta es: impetra nobis gratiam sanctæ perseverantiæ finalis, ut post vitam Deo ordinatam ad æternam beatitudinem perveniamus. 
Ave Maria et Gloria Patri.

Português

IX. Porta gloriosa do Céu, que pela perfeita conformidade com a vontade divina e pela fidelidade à vossa vocação de Esposa de José e Mãe do Salvador vos tornastes medianeira de graças para todo o gênero humano, alcançai-nos a graça da santa perseverança final, para que após uma vida ordenada segundo Deus alcancemos a eterna bem-aventurança. 
Ave-Maria e Glória ao Pai.


ORAÇÃO FINAL PARA TODOS OS DIAS

℣. Ora pro nobis, Sancta Dei Génitrix.
℞. Ut digni efficiámur promissiónibus Christi.

℣. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
℞. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremus. 
Omnipotens sempiterne Deus, cui beatissimum confessorem tuum Joseph sacratissimæ Virginis Mariæ sponsum mirabili providentia destinasti præsta, quæsumus: ut nos quoque famuli tui, amborum meritis et intercessione suffulti post divinæ gratiæ sponsalia in terris, beatissimo gloriæ connubio, collocemur in cœlis. Per Dominum nostrum Jesum Christum, Filium tuum: qui tecum vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti, Deus, per omnia sæcula sæculorum. Amen.

Oremos.
Ó Deus onipotente e eterno, que, por admirável providência, destinastes o beatíssimo vosso confessor José para esposo da sacratíssima Virgem Maria, concedei, nós Vos pedimos, que também nós, vossos servos, sustentados pelos méritos e pela intercessão de ambos, após os esponsais da graça divina nesta terra, sejamos colocados no beatíssimo consórcio da glória nos céus. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.



MISTÉRIO DA ENCARNAÇÃO: O PERÍODO APÓS A EPIFANIA (14 a 31 de janeiro 2026)

                                    

Dispensa de liturgia sobre o Tempo após a Epifania: rubricas e práticas piedosas.

CARACTERÍSTICAS GERAIS

O período após a Epifania começa com as Matinas de 14 de janeiro e termina com a Nona do sábado que antecede o Domingo da Septuagésima. Portanto, pode durar um período incrivelmente curto em casos de Septuagésima antecipada, com um recorde absoluto de apenas quatro dias quando o Domingo da Septuagésima cai em 18 de janeiro, caso em que o Segundo Domingo após a Epifania é antecipado para um sábado. Quando atinge seu máximo, com o Domingo da Septuagésima, chega a cinco domingos (do Segundo ao Sexto). As duas festas das Cátedras de São Pedro, a de Roma em 18 de janeiro e a de Antioquia em 22 de fevereiro, são por essa razão chamadas de Portas da Septuagésima. Este ano de 2026, o tempo começa liturgicamente no dia 14 de janeiro (após a Comemoração do Batismo do Senhor, que encerra o ciclo do Natal/Epifania) e termina na Véspera do Domingo da Septuagésima 31 de janeiro.

Os domingos após a Epifania que são omitidos devido à Septuagésima são então retomados entre o vigésimo terceiro e o vigésimo quarto domingos após Pentecostes, de modo que o vigésimo quarto raramente o é de fato: mesmo que conserve seu nome, pode ser cronologicamente o 25º, 26º, 27º ou 28º. Contudo, em anos com 52 domingos, o último domingo após a Epifania quase sempre precisa ser antecipado para o sábado que antecede a Septuagésima: isso ocorre porque  o ano litúrgico contém o Ofício e a Missa de 53 domingos, todos os quais devem ser celebrados.

Os domingos são numerados como:

2º Domingo depois da Epifania (Domingo das Bodas de Caná).

3º Domingo depois da Epifania. (Conversão de São Paulo Apostolo)

A cor litúrgica  do tempo  é o verde. Os domingos são domingos menores que dão precedência apenas às festas duplas da 1ª ou 2ª classe. As feriae também são menores e dão precedência às festas do Rito Duplo Maior e Menor, do Rito Semiduplo e do Rito Simples, às Vigílias Comuns (mas no Tempo depois da Epifania há apenas uma, e ela também é comemorada) e a Santa Maria no sábado. Tanto os domingos quanto os dias da semana dos Tempos litúrgicos posteriores à Epifania e ao Pentecostes podem ser chamados de "per annum" , ou seja, não vinculados especificamente a um dos ciclos dos Sagrados Mistérios de Nosso Senhor, nem ao do Natal, que, como visto anteriormente, vai das Primeiras Vésperas do Primeiro Domingo do Advento às Completas da Oitava da Epifania, nem ao ciclo pascal, que vai das Primeiras Vésperas do Domingo da Septuagésima à Nona Hora do Sábado das Têmporas de Pentecostes. As festas são retiradas do Próprio dos Santos, que foi interrompido desde o início do Tempo Natalino.

AO BREVIÁRIO

As Epístolas Paulinas prosseguem com as Escrituras necessárias. Os Hinos das Horas Maiores variam novamente de acordo com os dias da semana e cada um termina com sua própria conclusão (exceto nas festas de Nossa Senhora, onde há uma conclusão específica). O Versículo do Responsório na Prima é o habitual: Qui sedes ad dexteram Patris . O Esquema I é sempre usado para as Laudes (e também para o Terceiro Noturno de quarta-feira), portanto, três Salmos são recitados na Prima. A oração do Sufrágio recomeça e continua até as Laudes do sábado que antecede o primeiro domingo da Paixão. Deve ser rezada, assim como as orações dominicais, nos dias de semana, nas festas do rito simples e semi-duplo, e nos domingos em que não se comemoram festas do rito duplo: nesses domingos também se recita o Credo Atanasiano Quicumque.  A antífona final das Horas continua sendo Alma Redemptoris Mater com o Verso Post partum e a Oração Deus qui salutis aeternae até as Vésperas de 2 de fevereiro: a partir das Completas desse dia, mesmo que a Festa da Purificação seja transferida, a nova antífona é Ave Regina Coelorum com seu Verso e Oração, que é recitada até a Nona do Sábado Santo.

AO MISSAL

O Tempo depois da Epifania tem apenas duas missas, as dos domingos II a III. As orações pro diversitate Temporum assignatae continuam sendo as do Tempo Natalino até 2 de fevereiro: a segunda oração é a da Bem-Aventurada Virgem Maria, Deus qui salutis aeternae , a terceira é pelo Papa ou contra os perseguidores da Igreja. De 3 de fevereiro até a terça-feira da Quinquagésima, porém, a segunda oração é a que pede a intercessão dos Santos, A cunctis , e a terceira é ad libitum , livremente escolhida pelo sacerdote. No primeiro dia do mês em que se reza um Ofício da Semana, bem como em todas as segundas-feiras que também são dias de semana, é obrigatório inserir a Oração Fidelium na Missa. Nos dias em que não houver feriados de rito duplo ou domingos, é possível celebrar missas votivas ou missas de réquiem diárias. Aos domingos, usa-se o Prefácio da Santíssima Trindade; nos dias de semana e nas festas que não têm prefácio próprio, usa-se o Prefácio Comum.

AO ANTIFINAL E GRADUAL

No Ofício Dominical, canta-se tudo do Saltério até o Versículo, enquanto a Antífona do Benedictus ou Magnificat e a Oração são do Próprio do Tempo. No Ofício dos dias de semana, tudo é do Saltério, exceto a Oração, que é do domingo anterior. No Benedicamus Domino, usa-se o tom V aos domingos e o tom VII nos dias de semana.

Em resumo:

Na liturgia tradicional, após o dia 6 de janeiro, vive-se a Oitava da Epifania e, logo em seguida, o Tempo depois da Epifania, que dura até a cor litúrgica mudar para o roxo no Domingo da Septuagésima.

ALGUMAS PRÁTICAS

De 18 a 25 de janeiro, é costume observar uma Oitava de Oração pela conversão dos não-católicos e seu retorno à Santa Madre Igreja, incluindo, se possível, a celebração da Santa Missa pelas intenções de cada dia. É preciso ter muito cuidado, pois essa prática, criada em 1908 pelo Padre Paul Wattson, um pastor episcopal que se converteu ao catolicismo e se tornou franciscano, foi revisitada pelos modernistas em um sentido ecumênico e sincrético. Não se trata da "oitava pela unidade cristã", como está na moda chamá-la hoje em dia, visto que esse conceito de unidade é herético e condenado pelos Papas, especialmente pela encíclica Mortalium animos de Pio XI . Nesta oitava, não oramos para que os cristãos se unam numa Igreja pan-cristã e sincrética, onde cada um cultiva a sua própria fé e moral, mas sim para que os dissidentes renunciem às suas heresias, aos seus cismas, ao seu paganismo ou ateísmo, se convertam à verdadeira Fé e retornem à única Igreja de Cristo, que não subsiste  no Egito , mas é a Igreja Católica.

PRIMEIRO DIA: 18 de janeiro, Festa da Cátedra de São Pedro em Roma. Reze pela conversão de todos os que estão em erro.

SEGUNDO DIA, 19 de janeiro. Ore pela conversão de todos os cismáticos.

TERCEIRO DIA, 20 de janeiro. Ore pela conversão dos luteranos e protestantes na Europa em geral.

QUARTO DIA: 21 de janeiro. Orando pela conversão dos anglicanos.

QUINTO DIA: 22 de janeiro. Ore pela conversão dos protestantes americanos.

SEXTO DIA, 23 de janeiro. Reze pela conversão dos católicos não praticantes.

SÉTIMO DIA, 24 de janeiro. Ore pela conversão dos judeus.

OITAVO DIA: 25 de janeiro, Festa da Conversão de São Paulo. Reze pela conversão dos muçulmanos e de todos os pagãos.


FONTE : L. Stercky,  Manuel de liturgie et Cérémonial selon le Rit Romain , Paris Lecoffre 1935, Volume II, página 234.


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